quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Linux: descubra qual das várias distribuições é a melhor para você

Linux: descubra qual das várias distribuições é a melhor para você

Respondendo a um pequeno questionário, site te informa qual, dentre as várias opções, tem mais a sua cara
Link da matéria:
Um sistema operacional pago como o Windows pode sair um pouco caro, não é mesmo? Então por que não tentar uma plataforma aberta? Caso você queira se arriscar no universo Linux, mas não sabe por onde começar, vamos dar uma forcinha. Esse site oferece um questionário para ajudar na escolha da melhor versão Linux para você.
Como nem todo mundo está acostumado com um sistema operacional diferentedo Windows, as perguntas servem justamente para saber o nível de conhecimento que você tem sobre outras plataformas, e também para conhecer quais são suas necessidades no PC. Para responder é só clicar na resposta escolhida e depois ir em “next”. Quando estiver tudo pronto, uma nova página como essa aparecerá, indicando qual modelo de sistema operacional Linux atende melhor às suas necessidades. Agora é só clicar aqui do lado em “download” e baixar o sistema! Para testar o site e conhecer melhor as plataformas abertas disponíveis é só clicar no link que está acima desse texto e acabar com as suas dúvidas!



Linux vs. Windows: semelhanças e diferenças

Linux vs. Windows: semelhanças e diferenças

O Olhar Digital mostra como o Linux se tornou amigável e hoje já pode ser usado por quem só conhece e usou o famoso e popular Windows
Link da matéria:
Descubra qual distribuição Linus é ideal para você
De um lado, Linux, de outro Windows. Quem leva a melhor? Pra começar, é bom lembrar que tanto o Windows quanto o Linux fazem a mesma coisa. Ou seja, são sistemas operacionais - programas responsáveis pelo funcionamento básico do computador. E, antes de mais nada, vamos acabar com um grande mit não existe sistema operacional melhor, mas sim aquele que serve pra você e para as aplicações que você usa.
Mas se podemos destacar uma grande vantagem do Linux é que você não precisa colocar a mão no bolso para adquiri-lo. Diferente do Windows, que é vendido a cerca de quase 500 reais, o Linux é gratuito, assim como a maioria dos seus aplicativos.
A diferença crucial entre os dois sistemas é que um é proprietário e outro é livre. Eu posso alterar no livre enquanto no proprietário eu sou obrigado a pagar pra tê-lo. E pra isso eu tenho que pagar o preço de mercado que eu acho muito caro, algo em torno de R$ 400 e R$ 500. No Linux não, eu posso baixar na internet, todos sistemas do Linux são gratuitos e eu posso instalar na minha máquina", explica  Maudy Pedrão, usuário Linux.
No Windows, nós sabemos, temos programas para praticamente tudo: editar fotos, ouvir música, acessar a internet, seu e-mail. Mas, no mundo do Pinguim, fazer tudo isso também já é muito simples.
Os nomes são diferentes, mas a funcionalidade é a mesma. Você não sente nenhuma falta ou não deixa de fazer nada no seu computador porque você usa Linux", revela Gabriela Dias, instrutora de Linux. Maudy também conta que não tem serial number no sistema operacional, ou seja, não tem data de validade.
Talvez o calcanhar-de-aquiles do Linux sejam os jogos. Faltam games para a plataforma. "Se eu tenho pouca gente usando Linux, porque que eu vou gastar pra codificar um game famoso para ele? Agora se o mercado crescer, aí vão olhar com outros olhos. Mas podemos emular jogos famosos pra Linux e existem muitos jogos open source só pra ele que as pessoas não conhecem", conta Maudy.
Outro mito: o Linux não é mais um sistema operacional para iniciados. As principais versões do sistema operacional são super fáceis de usar. "Atualmente o Linux tem uma interface e usabilidade estão tão intuitivas que até seus filhos de 4 e 6 anos usam", diz o usuário.
Outro ponto que merece destaque é a questão da segurança. Maudy, por exemplo, garante que nunca usou anti-vírus no computador com Linux e que também nunca foi atacado. "No Windows tem mais de 100 mil tipos de vírus batendo na internet. No Linux, como não tem 1% do market share mundial,  a probabilidade de pegar um vírus é mínima, quase impossível", revela.
O Linux também é bastante leve e não precisa sequer ser instalado no seu computador para ser usado. Dá até para usar ele direto do CD; tanto no PC como no Mac.
Você pode se perguntar: então o Linux só tem vantagens sobre o Windows? Não é bem assim. Além da falta de games para Linux, alguns programas super populares no universo Windows simplesmente não existem no universo Linux. É o caso, por exemplo do Photoshop. O famoso software não conversa com o Pinguim. Outra limitação é no caso de edição de vídeo. Os principais programas não têm versões para Linux... Outro mito que é bom demolir é a ideia de que o Windows trava mais que o Linux. Nas versões mais recentes do sistema operacional de Bill Gates a história já é diferente. Especialmente o Windows 7 é um sistema muito mais estável. Dá para dizer que em termos de travamento de máquina, não há grandes diferenças entre Linux e Windows.
Uma das confusões que muita gente faz no caso do Linux é com as chamadas distribuições. No mundo do Pinguim, distribuições são diferentes versões do sistema operacional. Como ele é aberto, qualquer um pode criar a sua e distribuir mundo afora. Por isso, se você está pensando em testar o Linux, leia algumas matérias. Aqui, você encontra uma matéria bem legal, com um mecanismo que indica qual é o melhor versão do Linux para o seu micro.


Fonte: http://www.olhardigital.com.br

Greengle, o novo site de buscas verdes

Projeto brasileiro, sem fins lucrativos, planta uma árvore a cada seis mil acessos no buscador
Quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 às 14h14
Greengle é o novo site de buscas sem fins lucrativos que tem como único objetivo ajudar o meio ambiente. O projeto é totalmente brasileiro e realizado pela Greenvana, uma empresa que reúne produtos sustentáveis em uma Eco Store e uma revista eletrônica voltada para o estilo de vida "verde", a Greenvana Style.
A página funciona como um buscador comum e usa o Google como seu motor de pesquisa. Porém, a grande diferença é que todas as pesquisas realizadas contribuem para o plantio de árvores. A cada seis mil acessos ao site de busca e aos outros sites da empresa, a Greenvana planta uma árvore. Para que os internautas acompanhem a iniciativa, os contadores nos sites marcam quantas árvores já foram plantadas e quantos acessos faltam para o plantio de uma nova.
A empresa decidiu investir em árvores pois elas ajudam a compensar emissões de gases estufa. Segundo o Banco da Árvore, uma árvore de grande porte, com 90cm de diâmetro por 30m de altura, pode estocar cerca de 6 toneladas de carbono – o que corresponde a mais de 20 toneladas de CO2, o equivalente à media de emissões de 33 pessoas por ano.
O plantio das árvores é feito por instituições reconhecidas e anunciadas ao final de cada mês, e a Greenvana vai disponibilizar os recibos de todas as doações nos seus três sites. É importante lembrar que o projeto contabiliza apenas um acesso diário por pessoa. Quer fazer sua parte? Então clique e plante sua árvore!

Fonte: http://www.olhardigital.com.br

Loja paulista lança campanha para recolhimento de lixo eletrônico

C&C da Nova Tietê funcionará como ponto de coleta de segunda a sábado, das 8h às 23h
Quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 às 15h00
Uma iniciativa da rede de materiais de construção C&C e da agência Conversa Sustentável vai criar um ponto de coleta de lixo eletrônico durante o mês de dezembro em São Paulo. O local ficará na loja Nova Tietê da rede (Marginal Tietê, 7207) e funcionará de segunda a sábado, das 8h às 23h.

A lista de eletrônicos que podem ser depositados gratuitamente é extensa e inclui computadores (monitores, CPUs e periféricos), notebooks, modems, hubs, telefones celulares, carregadores, impressoras, scanners, telefones fixos, aparelhos de fax, de som, de DVDs, aparelhos de vídeo-cassete, câmeras de vídeo e fotográfica, cabos, estabilizadores, no-breaks, roteadores, home theaters, projetores, calculadoras e agendas eletrônicas, entre outros. 

Os materiais serão coletados e seus componentes destinados para a reciclagem. Na loja, ainda há estações de reciclagem, nas quais os visitantes podem descartar pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes.
 
Fonte: http://www.olhardigital.com.br

sábado, 17 de julho de 2010

Como acertar a hora do PC pela Internet

Você já reparou que os computadores têm os piores relógios do mundo? Sim, o Windows é capaz de exibir a hora em todos os formatos imagináveis. Mas a hora que aparece na sua barra de tarefas provavelmente adianta ou atrasa pelo menos alguns minutos por semana.

É claro que você pode acertar seu relógio manualmente, mas certamente ele vai se atrasar outra vez em questão de dias. Como os horários nos e-mails e nos arquivos, em geral, são gerados pelo relógio do computador, manter o PC no horário certo é mais importante do que você poderia presumir. Por que não utilizar a Internet para controlar a precisão do relógio do PC, então?

O Observatório Nacional (http://www.on.br), mantém um relógio atômico que pode ser consultado via Internet para saber a hora oficial do Brasil. No servidor "Hora Legal" (http://pcdsh01.on.br) você ouve aquela voz do telefone, no hora certa (130).

Para quem gosta - e quer - instalar um programa que faça o acerto pra você, em dias e horários agendados, pode usar o excelente freeware (grátis) AboutTime, que é pequeno e leve.

Para fazer o download, clique aqui.

Após baixá-lo e instalá-lo, vamos configurá-lo. Esta etapa é feita apenas uma vez.

Abra o AboutTime. Na aba "Time Hosts" clique em ADD.

Depois, no campo "Site Name" escreva "Observatório Nacional". Em "Host Name/Address" coloque exatamente assim 200.20.186.75 clique em "Verify Entry" para verificar se o endereço está correto. Se o mesmo número de IP apareçer no campo "Resolved Address", conforme a figura abaixo, dê OK.

Agora faça a correção da hora do seu computador. Clique na aba "Control/Time Client" e clique em "Set Time" - conforme a figura abaixo - e veja o quanto seu relógio estava errado.

Pronto! Seu relógio agora será sincronizado com o Relógio Atômico do Observatório Nacional.

Dicas Complementares:

- Se houver Firewall entre seu computador e a Internet, ele terá que ser ajustado.

- Não esquecer de acertar o fuso horário do seu computador corretamente: por exemplo Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, (GMT-3) e, quando for horário de verão, (GMT-2).

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Se você tem o Windows 7-64 bits, cuidado!



 Microsoft ainda tenta consertar bug

Segunda-feira, 12 de Julho de 2010 às 04h48

Foi identificada uma vulnerabilidade na versão 64 bits do sistema operacional que permite que hackers possam assumir o controle do computador, por meio de códigos maliciosos. A Microsoft já admitiu o problema e afirmou que está trabalhando em busca de uma solução - mas que ainda não tem previsão. O problema afeta, também, versões do Windows Server 2008 R2.

Por enquanto, a saída é  desabilitar a função Aero do software, já que a falha está relacionada à exibição dos gráficos do Windows, por meio do driver Windows Canonical Display (cdd.dll).

Entrevista com o Vice-Presidente do Santander "Geração Y de TI"

A vice-presidente do banco Santander deu uma entrevista à rádio CBN:
la fala a respeito das características da chamada "Geração Y". Funcionários que querem liberdade, informalidade e consequentemente menos hierarquia.


32 e 64 bit: você sabe as diferenças?


Veja como descobrir estas e outras informações a respeito do seu chip

Link desta matéria:

CPU-Z Download

Você sabe as diferenças entre 32 bit e 64 bit? Sabe quais as vantagens e desvantagens de se ter um processador ou um sistema operacional em um ou outro padrão? Bom... para começar, é bom entender que bit é uma unidade. Do mesmo jeito que os metros servem para medir distâncias, o bit serve como medida de informação digital. Teoricamente, o processador de 64 bit pode processar o dobro de bits que um processador de 32 bit ao mesmo tempo. Isso é até meio óbvio. Outra vantagem dos processadores de 64 bit é que eles conseguem gerenciar muito mais memória RAM. Os de 32bit só trabalham com o máximo de 4 giga, número baixo se levarmos em consideração as exigências de alguns programas que já fazem parte do nosso dia-a-dia. Só que para todo esse potencial seja aproveitado ao máximo, é necessário que o seu sistema operacional também opere em 64bit. Por isso mesmo, o Windows XP, o Vista e, mais recentemente, o Windows 7, oferecem as 2 possibilidades.

Até pouco tempo, por mais que você tivesse um processador e um sistema operacional rodando em 64 bit, ainda enfrentaria problemas. É que a maioria dos programas disponíveis no mercado ainda não tinha se adaptado à nova realidade. Hoje, quase todos os softwares já rodam na nova plataforma. Portanto, é bom que você dê preferência a um processador 64bit e a um sistema operacional 64bit a partir de agora. Aliás, os processadores de 32 bit, tão fortes no mercado até pouquíssimo tempo, já estão caminhando para o esquecimento. E você sabe se o seu processador já é 64bit? Para descobrir estas e outras informações a respeito do seu chip, como velocidade, família e tecnologia empregada, clique no link em destaque acima desse texto e baixe o CPU-Z, um programa gratuito que te informa todos esses detalhes. Clique lá!


Matéria cedida pelo site do Olhar Digital
http://olhardigital.uol.com.br

Problemas Técnicos

Olá Galera do Revolução Linux, Devido a alguns problemas técnicos não pude ainda colocar as novas matérias no blog.


Primeiro um caminhão derrubou os cabos que conectam minha internet, fiquei o sábado todo sem internet.
Esse problema Resolvido, a NET saiu do Ar, vamos lá mais uma vez esperando eles disponibilizarem no ar novamente.

Mas não se preocupem, até Terça Feira dia 13/07/2010 as novas matérias estarão on-line.
Desculpem o transtorno. Um abraço a todos.

André Ferreira

domingo, 4 de julho de 2010

WDS - Vários Roteadores ou APs, numa unica rede!

Que é WDS?

WDS (Wireless Distribution System (Sistema de Distribuição Sem Fio).
É a Forma de interconectar várias BSA (Basic Service Area -  Área de Serviço Básico), Assim como em uma rede de Celular, pode-se realizar mover-se entre as BSAs passando de uma para outra automaticamente como num Roming de celular.
WDS é um sistema que permite a interconexão de access points sem a utilização de cabos ou fios. Como descrito na norma do IEEE 802.11, ela permite que redes wireless expandam-se utilizando múltiplos access points sem a necessidade de um backbone central para ligá-los através de cabos, como costumava-se fazer.
Um Access Point pode ser uma base central, de repetição ou remoto. Uma base central é tipicamente conectada à rede por fios. Uma base de repetição retransmite dados entre bases remotas e centrais, clientes wireless ou outras bases de repetição. Uma base remota aceita conexões de clientes wireless e as repassa para estações centrais ou de repetição. Conexões entre clientes são feitas utilizando-se o MAC Address, que se torna melhor que por endereços IP designados.
Todas as estações base em uma rede WDS precisam ser configuradas para utilizarem o mesmo canal e compartilharem chaves WEP se for utilizado. Eles podem ser configurados para diferentes grupos identificadores de serviços. Note que ambos roteadores precisam ser configurados para retransmissão entre eles para as configurações dentro da WDS para funcionar corretamente.
Um Exemplo: Digamos que você more em uma casa de dois andares (um sobrado), e você resolve colocar uma rede sem fio pois seu computador está na sala no andar térreo. Mas você também tem um netbook. E qual não é sua surpresa ao chegar no seu quarto no segundo andar, e descobrir que sua rede não pega lá ou pega com pouco sinal. E assim você não consegue utilizar  a internet. A Solução é o WDS onde você coloca um segundo roteador wireless compatível com a tecnologia WDS (existem roteadores por R$84,00 reais como o TL-WR541G da P Link) 

configurando ele para repetir o sinal do primeiro roteador, instalar ele num local estratégico para ele operar.
Outra situação e quando vocês moram em casas vizinhas, onde a passagem de um cabo torna-se difícil ou impossível, o WDS é uma solução ideal, o roteador principal fica em uma casa, recebendo a internet, e o segundo roteador fica na outra casa (vale lembrar a distancia, se as casas estiverem muito longe pode ser necessário a instalação de uma antena externa nas casas).
Uma terceira situação aplicável, em caso de empresas pode-se distribuir via Wireless entre os andares, a solução é a WDS e como um roteador pode trabalhar com vários tipos de redes, é possível integrar redes com fio e sem fio numa única rede. 

Configurando uma WDS.
A configuração  é relativamente simples, variando de marca para marca de roteador Wireless, e como no artigo anterior, vamos tomar por base os roteadores TP-Link
TLWR642G de 108M e o TP-Link TL-WR541G de 54M, mas vale lembrar que varia de modelo para modelo.
Com o primeiro roteador já configurado para sua rede, vamos acessá-lo e configurar o MAC do segundo roteador nele. Para tanto vamos acessar a pagina do roteador que normalmente é 192.168.1.1 e colocar usuário e senha. No tp-link se a senha não foi modificada ela deve ser user: admin  password: admin













Clique à esquerda no item Wireless e depois em Wireless settings, Marque a opção  Enable Bridges, e coloque em MAC of AP1 o MAC do segundo roteador conforme a imagem.
Em seguida salve a configuração e vamos passar a trabalhar com o segundo roteador.
É nessa parte que vamos ter mais trabalho, pois alguns passos devem ser seguidos.
Primeiro: Desative a rede sem fio no computador que vai usar para configurar o segundo roteador. Use o cabo de rede que vem com o roteador para conectá-lo ao computador. O Motivo disso, é que vamos precisar configurar esse roteador, sem que tenhamos conflitos com o primeiro roteador, afinal os dois funcionarão com um só.
Segundo: Vamos configurar na maquina também um IP Fixo pois teremos que configurar o roteador e isso vai fazer o DHCP dele parar de funcionar. Pode colocar o IP 192.168.1.5 com Mascara de sub-rede 255.255.255.0. caso não sabia como fazer clique aqui para ver como se faz no Linux e Clique aqui para ver como se faz no Windows
Terceiro: Entraremos no roteador, vale lembrar que o ip padrão do TP-LINK é 192.168.1.1 ou usuário: admin e a senha admin. Vamos configurar na maquina também um IP Fixo pois teremos
Quarto: A única Chave de Segurança compatível com o WDS é a WEP, então se você usa WPA, WPA2, WPA-PSK, WPA-PSK2, saiba que terá que redefinir sua senha para WEP.

Mude o IP ADDRES para 192.169.1.2 assim quando ativarmos o radio, não vai conflitar com o IP do primeiro roteador, e clique em salvar


























Salve e aguarde o roteador sincronizar, e digite o novo IP no navegador e acesse o roteador para continuarmos a configurar.
Agora vamos desabilitar o DHCP, Afinal só precisamos de 1 DHCP na rede, e esse é o papel do Primeiro roteador.
Clique em DHCP na coluna esquerda, e depois em DHCP Settings. Uma vez lá clique em Disable no item DHCP Server. E depois em SAVE














Essa Tela já é nossa conhecida:














Vamos fazer nela a mesma configuração do primeiro roteador.
Mesma SSID, Mesma REGIÃO, mas Cuidado o Channel tem que ser diferente se foi usado Canal 6 num roteador devemos usar canal 5 no outro.

O Modo deve ser o mesmo nos dois roteadores, caso contrário vai encaroçar a rede. Isto é se você tiver 2 roteadores, um de 108M e outro 54M configure os dois roteadores para operar a 54Mbps os dos tendo a mesma velocidade evita-se que tenhamos problemas de desempenho na rede, e acredite, deixe sempre o roteador mais rápido na velocidade do mais lento, Caso contrário a velocidade da rede vai ficar muito baixa, pois vai ter congestionamento de pacotes.

Ative o Radio (Enable Wireless router Radio)

Ative o SSID BroadCast

E Finalmente a diferença:
Ative a Bridges, igual fizemos no inicio desse artigo com o primeiro roteador, mas desta vez coloque o MAC do Primeiro roteador no Campo MAC of AP1. Lembre-se o MAC Address está escrito em uma etiqueta em baixo do roteador.

Mantenha a Mesma Chave WEP do primeiro roteador nesse roteador também. Obs.: só pode ser chave WEP pois uma rede WDS são suporta chaves criptografadas.
Salve

E Pronto, os roteadores já estão usando uma rede WDS entre eles.
Confirmando a conexão.

Entre no segundo roteador e clique em Wireless, e depois em Wireless Statistics e veja:
Deve ter dois itens Current status AP-UP, Um com o tag Address do primeiro roteador e outro com o Mac Address do segundo roteador

Os Status STA-ASSOC são as maquinas conectadas nesse roteador via Wireless
O Primeiro roteador deve estar igual com os status AP-UP





























Nas imagens a cima existe duas maquinas  conectadas ao segundo roteador (54M) e nenhuma maquina no Primeiro roteador (108M), veja que no status do 108M encontra-se somente os AP-UP indicando que os dois roteadores estão on-line, e temos conexão entre eles. Outra forma de testar a conexão, é com o cabo de rede ligado ao segundo roteador, e com a placa de rede wireless desativada, tente acessar o primeiro roteador. Se tiver internet ligada ao primeiro roteador, tente navegar. Depois disso é só guardar o cabo de rede ligar a placa wireless, e conectar todas as maquina na rede.

OBS.: Existe um meio de habilitar o WDS no D-Link DI-524 da cisco. Basta acessar o endereço do roteador \wds.htm

Até a próxima,
André Ferreira

Redes Sem Fio - Parte I "Um Pouco de Teoria"


Uma rede sem fio refere-se a uma rede de computadores sem a necessidade do uso de cabos – sejam eles telefônicos, coaxiais ou ópticos – por meio de equipamentos que usam radiofrequência (comunicação via ondas de rádio) ou comunicação via infravermelho, como em dispositivos compatíveis com IrDA.

O uso da tecnologia vai desde transceptores de rádio como walkie-talkies até satélites artificais no espaço. Seu uso mais comum é em redes de computadores, servindo como meio de acesso à Internet através de locais remotos como um escritório, um bar, um aeroporto, um parque, ou até mesmo em casa, etc.

Sua classificação é baseada na área de abrangência: redes pessoais ou curta distância (WPAN), redes locais (WLAN), redes metropolitanas (WMAN) e redes geograficamente distribuídas ou de longa distância (WWAN).

WPAN

Wireless Personal Area Network ou rede pessoal sem fio. Normalmente utilizada para interligar dispositivos eletrônicos fisicamente próximos, os quais não se quer que sejam detectados a distância. Este tipo de rede é ideal para eliminar os cabos usualmente utilizados para interligar teclados, impressoras, telefones móveis, agendas eletrônicas, computadores de mão, câmeras fotográficas digitais, mouses e outros.

Nos equipamentos mais recentes é utilizado o padrão Bluetooth para estabelecer esta comunicação, mas também é empregado raio infravermelho (semelhante ao utilizado nos controles remotos de televisores).

WLAN

Esse tio de rede é a mas comum hoje em dia, você pode encontrá-la em escritórios, Residências, locais públicos como shoppings.

Wireless LAN ou WLAN (Wireless Local Area Network) é uma rede local que usa ondas de rádio para fazer uma conexão Internet ou entre uma rede, ao contrário da rede fixa ADSL ou conexão TV, que geralmente usa cabos. WLAN já é muito importante como opção de conexão em muitas áreas de negócio. Inicialmente os WLANs assim distante do público em geral foi instalado nas universidades, nos aeroportos, e em outros lugares públicos principais. A diminuição dos custos do equipamento de WLAN trouxe-o também a muitos particulares. Entretanto, no Reino Unido o custo de usar tais conexões limitou assim o uso aos lounges das Business class dos aeroportos, etc. Nova Iorque começou mesmo um programa piloto para cobrir todos os cinco quarteirões da cidade com a Internet Wireless. Originalmente a WLAN era muito cara e foi somente usada como uma alternativa ao LAN-Internet com cabo nos lugares onde instalar cabos era difícil ou impossível. Tais lugares poderiam ser edifícios ou salas de aula velhas, embora a escala restrita o padrão IEEE_802.11b limita seu uso aos edifícios menores. Os componentes de WLAN são agora baratos o bastante para ser usado nas horas de repouso e podem ser usados para compartilhar uma conexão Internet com a família inteira. Desenvolvimentos foram feitas nos padrões de transmissão com os protocolos proprietários, mas no fim dos anos 90 estes foram substituídos por padrões, de várias versões IEEE_802.11 (Wi-Fi) (veja artigos separados) ou HomeRF (2 Mb/s, para o uso caseiro. A falta da segurança das conexões wireless é um ponto fraco, porém muitas (ADSL) conexões broadband são oferecidas agora junto com um ponto de acesso wireless com possibilidade de usar protocolos mais seguros como o WPA. Muitos Computadores portáteis já vêm agora de fábrica com WiFi Centrino instalado e assim elimina a necessidade de um cartão adicional com encaixe (PCMCIA). O uso de Windows XP ou Ubuntu GNU/Linux torna muito fácil configurar um PC como cliente de WLAN e permite aos PCs o acesso o Internet através dos Hotspots (estações base). Entretanto a falta da perícia em ajustar tais sistemas significa frequentemente que seu vizinho compartilha também de sua conexão Internet, às vezes sem você (ou eles) se darem conta. A frequência em que 802.11b se opera é 2.4GHz, a que pode conduzir interferência com muitos telefones sem fio.

Tipos de conexão WLAN

    * Infrastructure:

A chamada modalidade infrastructure é um método em que os dispositivos clientes (usuários) wireless comunicam-se diretamente com a Base Hotspot (pontos de acesso central). A Modalidade do infrastructure constrói uma ponte entre a rede wireless a a rede Ethernet com cabos Loschi.

    * P2P ou Peer-to-peer ou Ad-hoc:

A modalidade Ad-hoc permite que os dispositivos clientes wireless dentro de uma certa área se descubram e comuniquem-se na forma do par-à-par sem envolver pontos de acesso centrais.

    * Wireless Distribution System (WDS):

A modalidade Wireless Distribution System permite a interconexão de access points sem a utilização de cabos ou fios.

WMAN

WMAN - Wireless Metropolitan Area Network - Redes Metropolitanas Sem Fio.

Os MAN (Metropolitan Area Network, redes metropolitanas) interligam vários LAN geograficamente próximos (no máximo, a algumas dezenas de quilômetros) com débitos importantes. Assim, um MAN permite a dois nós distantes comunicar como se fizessem parte de uma mesma rede local. Um MAN é formado por comutadores ou switch interligados por relações de elevado débito (em geral, em fibra óptica).

O WMAN funciona igual ao MAN, porem ao invés de usar fibra ótica ou outro tipo de cabos, as transmissões são realizadas sem fio. A partir do momento que a internet atraiu uma audiência de massa, as operadoras de redes de TV a cabo, começaram a perceber que, com algumas mudanças no sistema, elas poderiam oferecer serviços da Internet de mão dupla em partes não utilizadas do espectro. A televisão a cabo não é a única MAN. Os desenvolvimentos mais recentes para acesso à internet de alta velocidade sem fio resultaram em outra MAN, que foi padronizada como IEEE 802.16 a WMAN.


WWAN

A Wide Area Network (WAN), Rede de área alargada ou Rede de longa distância, também conhecida como Rede geograficamente distribuída, é uma rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, com frequência um país ou continente. Difere, assim, das PAN, das LAN e das MAN.

Basicamente, o mesmo que ocorreu com a MAN, ocorreu também co a WAN, dificuldade de cabeamento, áreas de difícil acesso, fizeram surgir a WWAN (Wireless Wide Area Network ou Rede de longa distancia sem fio.) a diferença entre ela e uma MAN basicamente é o alcance geográfico. Que no caso da WWAN é global.

WiMAX


O padrão IEEE 802.16, completo em outubro de 2001 e publicado em 8 de abril de 2002, especifica uma interface sem fio para redes metropolitanas (WMAN). Foi atribuído a este padrão, o nome WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access/Interoperabilidade Mundial para Acesso de Micro-ondas). O termo WiMAX foi criado por um grupo de indústrias conhecido como WiMAX Forum cujo objetivo é promover a compatibilidade e interoperabilidade entre equipamentos baseados no padrão IEEE 802.16. Este padrão é similar ao padrão Wi-Fi (IEEE 802.11), que já é bastante difundido, porém agrega conhecimentos e recursos mais recentes, visando a um melhor desempenho de comunicação.

O padrão WiMAX tem como objetivo estabelecer a parte final da infraestrutura de conexão de banda larga (last mile) oferecendo conectividade para uso doméstico, empresarial e em hotspots.


Funcionamento

Através da utilização portadoras de rádio ou infravermelho, as WLANs estabelecem a comunicação de dados entre os pontos da rede. Os dados são modulados na portadora de rádio e transmitidos através de ondas eletromagnéticas.

Múltiplas portadoras de rádio podem coexistir num mesmo meio, sem que uma interfira na outra. Para extrair os dados, o receptor sintoniza numa frequência específica e rejeita as outras portadoras de frequências diferentes.

Num ambiente típico, o dispositivo transceptor (transmissor/receptor) ou ponto de acesso é conectado a uma rede local Ethernet convencional (com fio). Os pontos de acesso não apenas fornecem a comunicação com a rede convencional, como também intermedeiam o tráfego com os pontos de acesso vizinhos, num esquema de micro células com roaming semelhante a um sistema de telefonia celular chamado WDS -Wireless Distribution System (Sistema de Distribuição Sem Fio).

Topologia da rede

    *  Infraestrutura: todos os dispositivos são ligados em um dispositivo AP (Access Point Ponto de Acesso)
    *  Ad-hoc: não há concentrador onde todos os componentes se transmitem
    *  Conjunto básico de serviços - corresponde a uma célula de comunicação da rede sem fio.
    *  Estação WLAN - São os diversos clientes da rede.
    * Ponto de acesso (AP) - É o nó que coordena a comunicação entre as STAs (Estações cliente de uma rede sem fio) dentro da BSS (Basic Service Set – Conjunto de Serviço Básico). Funciona como uma ponte de comunicação entre a rede sem fio e a rede convencional.
    * Sistema de distribuição - Corresponde ao backbone da WLAN, realizando a comunicação entre os AP, Também conhecido como WDS.
    * Conjunto estendido de serviços - Conjunto de células BSS cujos APs estão conectados a uma mesma rede convencional. Nestas condições uma STA pode se movimentar de uma célula BSS para outra permanecendo conectada à rede. Este processo é denominado de roaming.

Estrutura.


Em uma rede sem fio é preciso ter instalado nos computadores tipo Desktop, uma placa de rede Wireless, já os Notebooks e Netbooks, em sua maioria já possuem wireless integrado, mas caso não tenha basta colocar uma placa de rede Wireless pode ser colocada uma placa PCMCIA ou CARD EXPRESS.

Outro item muito importante para uma rede sem fio e ter um AP (Access Point – Ponto de Acesso) ou um Wireless Router – Roteador Wireless.

O Wireless Router, é mais comum em redes que possuam internet. Pois o router recebe a internet e coloca esse serviço disponível na rede, e a parte wireless conecta as estações sem uso de cabeamento, seja ele coaxial ou CAT. Assim você tem num único equipamento para disponibilizar serviços com internet, Impressoras, arquivos entre outros.

Já o Access Point, funciona como um HUB ou Swith sem fio. É a penas um concentrador das conexões com as estações. Para colocar a internet nesse padrão de rede, é necessário ter um roteador, ou um Servidor gateway, ou um servidor Proxy entre outros.


No Próximo Artigo iremos aprender a criar uma rede doméstica sem fio.

Então até lá

 André Ferreira

domingo, 27 de junho de 2010

Permissões no Linux – sistema octal

Este artigo trata de assunto importantíssimo, todavia simples e para iniciantes no Linux. Duas são as bases para a segurança no Linux: estabilidade e permissões. A estabilidade é tida pela programação bem estudada de seu kernel. Já as permissões dependem em uma enorme fatia do Administrador do Sistema – aquele que tem os poderes de root. Para quem não sabe que é este tal de root: Super usuário – aquele que pode tudo, direta ou indiretamente. O root entre outras grandes coisas é capaz de tornar um determinado arquivo propriedade de qualquer outro usuário, além de ter plenos poderes para destruir a qualquer tempo toda a árvore de diretórios do linux ou mesmo a partição – mesmo que o Linux esteja em funcionamento (ou seja, você não verá: é impossível realizar a exclusão desta partição, porque ela está em uso —> isso é coisa de Windows).


Para trabalhar como root, antes de qualquer coisa, tem que ter ciência do que está fazendo. Qualquer programa malicioso que você executar acidentalmente que seja, irá causar os danos para os quais foi programado. Ainda deve lembrar que qualquer comando impensado pode ter conseqüências irreversíveis.

Logando como root:

Você precisa de um terminal em estado de login ou invocar o comando ‘su’ (sem as aspas). Nos dois casos será necessária a senha do root.

Observe:

[usuario@computador /home/usuario]$

A linha acima indica que você está logado como um usuário comum $.

[root@computador /home/usuario] #

A linha acima indica que você está logado como um superusuário #.

De acordo com algumas características e permissões do linux, certos comandos só serão possíveis de serem utilizados pelo root.

O sistema de permissões do linux é definido basicamente – lembre-se que escrevi basicamente – do seguinte:

Dono do arquivo – pode ter permissões de leitura, escrita e execução

Grupo do arquivo – pode também ter permissões de leitura, escrita e execução

Outros – pode ter as mesmas permissões citadas para os casos acima

—-> Observação: Existem permissões especiais no Linux que não entraremos em detalhes por não se tratar de assunto voltado para usuário iniciantes, como colocado no início do artigo.

Todo usuário se enquadra em uma das três condições: ou é o dono, ou faz parte do grupo ou é outro. Observe:

# ls -l

permissões dono grupo tam data hora nome

drwxr-xr-x 3 root root 4096 2006-01-21 08:14 Tars

-rw-rw-rw- 1 root root 73216 2006-04-20 08:47 Tumbs.db

drwxr-xr-x 3 root root 4096 2006-01-26 12:56 VPN

Você pode notar que as pemissões são dadas pelas letras:

• r —> read (leitura) tem o valor de 4

• w —> write (escrita) tem o valor de 2

• x —> execute (execução) tem o valor de 1

• - —> sem permissão naquela casa, tem o valor de 0 (zero).

Sistema Octal

É assim denominado por assumir 8 possíveis valores:

• 0 = -

• 1 = x

• 2 = w

• 3 = w+x

• 4 = r

• 5 = r+x

• 6 = r+w

• 7 = r+w+x

Como todo arquivo (lembre-se que no linux um diretório também é um arquivo), possui as três possibilidades podemos observar as permissões do arquivo Tumbs.db, mostrado anteriormente:

-rw-rw-rw-

Podemos separar da seguinte maneira:

tipo de arquivo dono grupo outros

- rw- rw- rw-

O tipo de arquivo pode assumir d para indicar um diretório e l quando se tratar de um link.

Com esta separação você deve ter notado que os primeiros três caracteres após o indicador de link ou diretório, demonstram a permissão do dono do arquivo. Os três seguintes do grupo do arquivo e os três últimos são referentes as permissões para aqueles que não participam das duas categorias anteriores.

Observe que temos rw- para o dono, o que significa que o dono pode ler e escrever, mas não pode executar, pois existe um traço, indicando a ausência de permissão no campo referente a execução. O mesmo acontece com as duas outras categorias. Quando temos apenas r+w, qual o valor da permissão? 6. Logo a permissão deste arquivo é 6 para dono, 6 para grupo e 6 para outros, ou seja, 666.

Observe agora as permissões do diretório Tars. Qual o conjunto de permissões deste diretório? 7 para dono, 5 para grupo e 5 para outros, ou seja 755.

Observe esta permissão agora: – ———. Logo temos 0 para dono, 0 para grupo e 0 para outros, ou seja 000.

Observe esta: – –x-wxr–. Temos 1 para dono, 3 para grupo e 4 para outros. Logo 134.

Para alterar a permissão de um arquivo utilize:

$ chmod conjunto_da_permissao nome_arquivo_ou_caminho

$ chmod 755 Tumbs.db

Para alterar o dono do arquivo:

$ chown usuario_novo_dono nome_arquivo_ou_caminho

$ chown root /home/usuario/texto.txt

Para alterar o grupo do arquivo:

# chgrp novo_grupo nome_arquivo_ou_caminho

# chgrp apache teste.php

Faça alguns testes com um usuário comum, e ao utilizar o root tome bastante cuidado.

Qualquer dúvida, estarei a disposição.

Grande abraço.

Publicado por nissieloin em February 21, 2008
Texto original: http://upsys.org/blog/2008/02/permissoes-no-linux-sistema-octal/

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Instalando o Firefox e o novo flash player de maneira fácil

        Instalando o Firefox e o novo flash player de maneira fácil e dedicada aos iniciantes em distribuições Linux, onde as instalações de software ocorrem de maneira manual.  Para muitos a instalação do plugin do Flash é complicada em distribuições como gentoo, Slackware, entre outras. 
        Para torná-la mais fácil a Revolução Linux criou um script para automatizar essa tarefa. Para instalar de maneira fácil e rápida o Firefox e plugin do flash player, abra o gedit e copie e cole o script a seguir.

--------- Começa aqui, copie o conteudo a baixo --------
 
#!/bin/bash
#Caminho: /home/usuario/meuscript.sh
#Autor: Revolução Linux (http://revolucaolinux.blogspot.com/)
#Data: 27/06/2010
sudo apt-get install wget
cd /opt/
wget http://3347-mozilla.voxcdn.com/pub/mozilla.org/firefox/releases/3.6.4/linux-i686/pt-BR/firefox-3.6.4.tar.bz2tar -xvf /opt/firefox-3.6.3.tar.bz2
rm -rf /opt/firefox/plugins/*.*
ln -sf /opt/firefox/firefox /usr/bin/mozilla-firefox
wget http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/install_flash_player_10_linux.tar.gz
tar -xvf install_flash_player_10_linux.tar.gz
cp libflashplayer.so /opt/firefox/plugins


-------- Termina aqui, copie o conteudo acima ------

Salve o script com o nome que quizer ( nesse post chamarei de meuscript.sh) dentro do seu usuário /home/usuário/meuscript.sh

Depois dê permissão de execução no script:
$ su -
# chmod 754 meuscript.sh
E execute o seu script:
# ./meuscript.sh
Falou galera um abraço a todos e até a proxima

André Ferreira

Como fazer Dual Boot com Windows 7 e Ubuntu 10,04

Windows e Ubuntu sempre dividiram opiniões e espaço no HD do usuário. Muitos ainda preferem o sistema da Microsoft por diferentes razões. Porém, várias novidades estão surgindo nas últimas versões de ambos e prometem esquentar ainda mais as discussões. Que tal testar Windows 7 e Ubuntu 10.04 no mesmo computador?
O dual boot é um sistema que permite instalar dois sistemas operacionais no mesmo PC. Assim, o usuário pode escolher qual usar ao iniciar o computador. Nesse artigo, mostraremos como fazer dual boot utilizando o Windows 7 e o Ubuntu10.04. Além disso, mostraremos como configurar as pastas pessoais para que elas fiquem disponíveis nos dois sistemas de forma integrada.
Requerimentos
Para realizarmos o dual boot com sucesso, é necessário um disco de instalação do Windows 7, um disco de instalação do Ubuntu 10.04 e, pelo menos, duas horas de tempo livre para realizar todo o processo. Esse tempo será gasto no backup, formatação, instalação e configuração dos SOs.
Antes de começar o processo de configuração do dual boot, faça um backup de todos os arquivos importantes. Isso é altamente recomendável para assegurar que os dados não sejam perdidos acidentalmente por causa de algum erro de configuração durante o processo. Para isso, utilize algum programa para esse fim, como o Cobian Backup.
Configurações
O HD será dividido em três partições distintas: uma para o Windows 7, uma para o Ubuntu e uma para os arquivos pessoais. Como o disco suportará dois sistemas operacionais, não é recomendado efetuar o dual boot em discos rígidos com menos de 80 GB.
Computador com Windows 7 instalado
Caso o computador já possua uma versão do Windows (Vista ou 7) instalada, é possível fazer a divisão das partições através do próprio sistema. acompanhe nosso blog para ler o artigo  “Redimensionar partições do HD”. Verifique o espaço total do HD e faça a seguinte divisão:

  • Na primeira partição, daremos o nome de “Win7” e serão reservados 25 GB de espaço em disco para instalação do Windows 7. Este espaço deve ser suficiente para o sistema crescer ao instalar programas básicos;
  • A segunda partição não deve ser formatada, pois faremos isso somente ao instalar o Ubuntu. Porém, deixe pelo menos 12 GB reservados para ela;
  • A terceira partição será responsável por armazenar todos os arquivos de dados, tais como músicas, vídeos e outros documentos pessoais. Ela receberá o nome de "Dados" e ficará com o restante de espaço disponível em disco.
O sistema deve ficar mais ou menos dessa forma.
Nota: O sistema sempre reserva uma partição com um espaço pequeno para arquivos de restauração que não deve ser alterada.
Se o computador é muito usado para programas de edição de vídeos, imagens ou para jogos muito pesados, aumente o tamanho total das partições Windows e Ubuntu de acordo com a necessidade.
Computador sem sistema operacional
Caso o computador seja novo e não possua um sistema operacional instalado, insira o CD/DVD de instalação do Windows 7 e ligue o computador. Faça o boot pelo CD e aguarde o sistema preparar a tela de instalação.
Caixa do novo Windows 7 Home Premium.Aguarde o sistema carregar a tela de preferências (idioma/hora/teclado) e clique em "Avançar". Ao chegar ao tipo de instalação, escolha a opção "Personalizada (avançada)". Com isso, aparecerá uma janela com as partições do HD. Agora, selecione a partição com mais espaço e clique em "Avançar" para iniciar a instalação.
Aguarde o término da instalação, que demora alguns minutos. O computador será reiniciado várias vezes nesse processo, portanto, não o desligue até aparecer uma tela solicitando para inserir um nome para o computador. Avance para as próximas janelas normalmente até finalizar as configurações.
Instalado o Windows 7, faça o redimensionamento das partições como indicado anteriormente. Depois de separar o HD em três partes, está na hora de instalarmos o Ubuntu.

Instalação do Ubuntu
Para aqueles que ainda não estão familiarizados com o Linux, existe uma forma de baixar a imagem ISO gratuitamente neste link. Logo após, basta gravar em um CD ou DVD para iniciarmos a instalação. Reinicie o computador com o CD/DVD do Ubuntu gravado e faça o boot por ele.
Instale o Ubuntu pelo CD.
Na primeira tela, escolha a opção “Instalar Ubuntu” e selecione as opções de idioma, configurações de teclado, etc. Ao chegar à janela de configuração das partições, selecione a opção “Manual”. A janela a seguir mostra as partições que configuramos anteriormente no Windows 7.
Selecione a partição com espaço livre que possui os 12 GB que reservamos a ela e clique no botão “Nova Partição”. Na janela seguinte, modifique o valor da partição no primeiro campo para 10000. Em “Usar como”, selecione a opção “Sistema de arquivos com “journaling” ext4”. Marque a caixa “Formatar a partição” e digite “/” em “Ponto de Montagem”. Clique em OK para confirmar as opções.
Edite a partição como informado na imagem.
Ao voltar para a tela anterior, crie uma nova partição com os 2 GB que restaram na partição do Ubuntu. Faça o mesmo procedimento descrito anteriormente, porém, dessa vez, escolha a opção “Partição de Swap” no campo “Usar Como”. Clique em avançar e siga o resto dos passos até finalizar a instalação. Ao reiniciar o computador, o usuário já tem como escolher qual dos dois sistemas ele quer iniciar.
Pastas pessoais
Inicie normalmente o Windows e acesse a pasta com arquivos pessoais do usuário. Copie todas as pastas e cole na partição “Dados” que criamos anteriormente. Volte para a pasta de usuário (C:) e clique com o botão direito do mouse sobre uma das pastas.

Selecione uma pasta de cada vez.
Escolha a opção “Propriedades” do menu de contexto. Na janela seguinte, selecione a aba “Local” e clique no botão “Mover”.

Clique em mover para selecionar a pasta de destino.
Agora, vá até a partição “Dados” e selecione a pasta correspondente ao item escolhido. Clique em “Selecionar pasta” e dê OK para confirmar.

Selecione a pasta correspondente.
Uma janela perguntará se você quer mover o conteúdo da pasta para o novo local, escolha “Sim”. Faça isso para todas as pastas pessoais. Dessa forma, esses arquivos ficarão disponíveis tanto para o Windows quanto para o Ubuntu.

Confirme a modificação.
Configurando o Ubuntu
Reinicie o computador e escolha a inicialização pelo Ubuntu. Abra o menu “Locais” e abra as pastas pessoais. Agora, apague todas as pastas e acesse “Dados”. Arraste todas as pastas pessoais para a parte de baixo do painel à esquerda. Pronto, acesse novamente o menu “Locais” para ver as pastas no lugar.
Arraste as pastas para compartilhar os mesmos arquivos.
Com isso terminamos de configurar os dois SOs com as pastas compartilhadas entre os dois, ou seja, qualquer modificação na pasta de música através do Windows também será alterada no Ubuntu, e vice-versa.
O que você acha, é possível conviver com dois sistemas operacionais ao mesmo tempo? Qual sistema você utilizará com mais frequência?
É claro que o Ubuntu não possui suporte para a maioria dos jogos e aplicativos que funcionam no Windows, mas ele continua avançando para se adaptar às necessidades de todos os usuários. Caso queira saber um pouco mais sobre o Ubuntu e suas funcionalidades,Acompanhe nosso blog para ver mas funcionalidades do Ubuntu. Até a próxima.

Teste o GNU/LINUX, baixe o Ubuntu aqui!


Visite o site do Ubuntu-BR, representante brasileiro da Canonical Ubuntu


André Ferreira

O que é GNU/Linux?

Tux - mascote do Linux Linux é um sistema operacional, programa responsável pelo funcionamento do computador, que faz a comunicação entre hardware (impressora, monitor, mouse, teclado) e software (aplicativos em geral). O conjunto de um kernel e demais programas responsáveis pela comunicação com este é o que denominamos sistema operacional. O kernel é o coração do Linux.

Uma distribuição do Linux nada mais é que o conjunto de kernel, programas de sistema e aplicativos reunidos num único CD-ROM. Hoje em dia temos milhares de aplicativos para a plataforma Linux, onde cada empresa responsável por sua distribuição escolhe os aplicativos que deverão estar incluídos em seu CD-ROM.
  • Linux: kernel e distribuições - Este artigo contém explicações introdutórias sobre o kernel do Linux, o que é e como identificar suas diversas versões, além da "definição" do termo 'distribuição' e suas várias faces. Será postado mas tarde nesse blog.

Kernel do GNU/Linux

Como explicar o que é kernel para um leigo? Se você não sabe o que é, ou deseja explicar o que é o kernel do Linux para alguém, não deixe de ler o texto.

Para o carro movimentar-se ele precisa de um motor; 
Para o microcomputador funcionar, ele precisa se um programa básico - um software chamado sistema operacional;

Existem vários tipos de motores, motores para carro de corrida, para carro de passeio, etc;
Existem vários tipos de sistemas operacionais, Linux, Windows, UNIX, etc;

Mesmo para um mesmo fabricante de motor, existem vários modelos para o mesmo fim, por exemplo: motor 1.0, motor 1.6;
Existe um Linux para cada tipo de computador, main-frame, PC, Macintosh (acho que se escreve de outro modo !);

Quando aprendemos a dirigir um carro de passeio, aprendemos o funcionamento básico: direção, pedais para acelerar, trocar de marcha, frear. Ou seja, não atuamos diretamente no motor, mas através de comandos para fazê-lo funcionar;
Quando usamos Linux, temos um outro software que faz a mediação (interface) entre o kernel e o usuário, chama-se shell. Existem vários shells (csh, ksh, bsh, bash, etc). Mas o importante é que são os mesmos, independente do kernel (motor) em uso, afinal os pedais e direção são sempre iguais seja em um motor 1.0 ou 1.6!

Para alguns acessórios funcionarem em um carro, devemos adequar o motor ou algum componente dele para que isto aconteça, por exemplo um ar-condicionado exigirá uma bateria com maior amperagem;
Para que o Linux funcione perfeitamente, em alguns casos é necessário instalarmos algum módulo específico, entenda módulo com um programa (software) preparado para uma finalidade específica e que não é comum a todos os equipamentos, por exemplo um módulo para a placa de rede de nosso microcomputador.


O projeto GNU



GNU is Not Unix!
Muitos conhecem e divulgam o sistema operacional do pinguim apenas como Linux, porém o termo correto é GNU/Linux. Em palavras simplificadas, Linux é apenas o kernel do sistema operacional, ele depende de uma série de ferramentas para funcionar, a começar pelo programa usado para compilar seu código-fonte. Essas ferramentas são providas pelo projeto GNU, criado por Richard Stallman. Em outras palavras, o sistema operacional tratado neste documento é a união do kernel Linux com as ferramentas GNU, por isso o termo GNU/Linux. Para entendermos melhor essa relação entre GNU e Linux, Richard Stallman e Linus Torvalds, recomendo a leitura dos seguintes artigos:

GNU/Linux x Windows

A diferença mais marcante entre Linux e Windows é o fato do Linux ser um sistema de código aberto, desenvolvido por programadores voluntários espalhados por toda internet e distribuído sob a licença pública GPL. Enquanto que o Windows é software proprietário, não possui código-fonte disponível e você ainda precisa comprar uma licença pra ter o direito de usá-lo.

Você não precisa pagar nada para usar o Linux! Não é crime fazer cópias para instalar Linux em outros computadores. A vantagem de um sistema de código aberto é que ele se torna flexível às necessidades do usuário, tornando assim suas adaptações e "correções" muito mais rápidas. Lembre-se que ao nosso favor, temos milhares de programadores espalhados pelo mundo pensando apenas em fazer do Linux um sistema cada vez melhor.

O código-fonte aberto do Linux permite que qualquer pessoa veja como o sistema funciona, corrija algum problema ou faça alguma sugestão sobre sua melhoria, esse é um dos motivos de seu rápido crescimento, assim como da compatibilidade com novos hardwares, sem falar de sua alta performance e de sua estabilidade.
  • Linux: O que é Software Livre - Definição dos vários termos encontrados no mundo do Software Livre e Linux, e a definição de suas diversas licenças de uso de maneira simples e organizada e de fácil entendimento. (Será postado em tetalhes mais para frente)
  • Linux: Desmistificando o Software Livre - Conceitos de Software Livre e Linux, o que pode ser utilizado legalmente e utilização em ambientes corporativos e domésticos são alguns dos temas abordados nesse artigo. (Será postado em tetalhes mais para frente)

Distribuições GNU/Linux

O Linux possui vários sabores e estes são denominados distribuições. Uma distribuição Linux nada mais é que um kernel acrescido de programas escolhidos a dedo pela equipe que a desenvolve. Cada distribuição Linux possui suas particularidades, tais como forma de se instalar um pacote (ou software), interface de instalação do sistema operacional em si, interface gráfica, suporte a hardware. Então resta ao usuário definir que distribuição Linux atende melhor suas necessidades.

Texto cedido pelo site Viva o Linux (http://www.vivaolinux.com.br)
Texto original: http://www.vivaolinux.com.br/linux/

Teste o GNU/LINUX, baixe o Ubuntu aqui!
Visite o site do Ubuntu-BR, representante brasileiro da Canonical Ubuntu

Sejam bem vindos!!!

Sejam todos bem vindos a abertura oficial do blog "Revolução Linux". Esse espaço foi criado para ajudar no dia a dia de usuários de sistemas Windows, LINUX "Nosso foco principal" e Mac, também iremos abordar novas tecnologias e tendencias da informatica.

Neste Blog, vocês poderão encontrar artigos de minha autoria, de autoria de editores credenciados ao Blog e até mesmo, texto de outros autores descritos com indicação de autoria e links para textos originais.

E para começar vamos postar 2 materias, uma sobre o que é o tão falado GNU/Linux, e outra um pouco mais técnica, sobre como colocar seu Linux em Dual boot com o Windows.

Nos vemos em breve.

André Ferreira